Cais e o Mar
Quando o seu barco, amarrado há muito tempo ao cais, der a impressão de ter se tornado uma casa, então lance-o no mar novamente.
(Helder Câmara)
Mas cuidado, pois ao lançares teu barco novamente ao mar, pode ser atingido por uma vontade de voltar a segurança de ficar quieto talvez por enjôo repentino ou coisa do tipo e aí é q realmente mora o perigo, pois ao voltares teu lugar ao cais pode estar sendo ocupado por outro barco que já se aventurou no mar e já voltou a sua paz ao seu lugar.
(Paulo Carpegiane)
keka disse,
Janeiro 8, 2008 às 10:14 pm
essa história de mar e cais e navio é perigosa. aliás, é tão quanto a paixão.
Vivi disse,
Janeiro 9, 2008 às 10:35 am
Eu sou um barquinho que a corrente -aquela que o prende ao cais-, de uma hora pra outra se desprendeu, pude ver, então, a dimensão do mar e o perigo que ele tem. E o perigo atrai quando desafiado, dar uma vontade de jogar-se ao mar. Mas, por sorte, o sr. cais ainda me prendia a ele por uma imensidão de ondas liindas e que me trouxeram de volta ao seu aconchego. Agora o barquinho aqui sabe -muito bem- que já encontrou seu lugar e que é nele que quer passar o resto da sua vida.
o barquinho e o cais.
Viviane Almeida.