Um brinde ao nosso Amor.

Fevereiro 19, 2008 at 5:40 pm (Sem-categoria)

 Amor , meu grande amor
 Aonde quer que esteja
 Você sempre estará em meu coração
 E eu aqui continuarei nessa peleja
 Lutando com a saudade e a razão
Mas com nosso amor vivo
          [apontando em minha visão
em nosso mundo, que você agora deseja.

Um silogismo foi citado por Oswald de Andrade
Nosso silogismo está em um inscrição
           [ no nosso coração.
Mas um silogismo não importa muito não
O que importa é nosso amor, minha paixão.

O frio que agora é teu pranto
Transfigurando em teu corpo com avanço
É uma dor que tenta lhe vencer
O calor do teu coração e nossa ardente paixão
Vão ajudar você.

Dedicado a Viviane Almeida de SouSa

(*) Poesias datada de 23/09/05

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Incertezas – Esperança

Janeiro 28, 2008 at 12:52 pm (Sem-categoria)

A duvida inebriante toma conta do meu ser.
Não sei mais o que a frente me espera
A felicidade outrora estabelecida e a certeza de tudo
Novamente ja era…

A duvida agora é minha sombra
e a esperança é que me ajuda a caminhar
Ando desnorteado com o pensamento estagnado
E ja não sei até que esquina a duvida irá me aconpanhar.

 Torçam por nós pra tudo se resolver…

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Eu e Eu

Janeiro 18, 2008 at 4:12 pm (Sem-categoria)

Ontem saí para andar…
 Fui até a praia ver como o mar estava, se estava bom para se jogar ou com a água um tanto agitada. Naquele cenario maravilhoso encontrei um menino que fixava seu olhar a um horizonte distante, ao qual não consegui imaginar até que altura podia alcançar, parei a observá-lo e percebi sua busca por algo que só ele sabia o que era.

 Me fui de lá, apanhei o ônibus e passei a me deleitar com a beleza estranha de nossa cidade. Um menino adentrou ao transporte, passou por toda a extremidade e se dirigiu a uma cadeira vaga. Observei enquanto ele ainda andava, seu bolso enpanturradi de papéis e envelopes que de tão grandes saltavam fora. Pensei nas tarefas que aquele garoto talvez acabara de realizar, ps compromissos que podia ter, obrigações de gente grande, de pagar contas em bancos e entender todo esse universo trabalhador muito cedo. Ao certo aquele garoto se orgulhava , pelo menos já ajudava sua mãe e ao passo que perdia uns míseros minutos de sua infancia se aproveitava e ja se alimentava de tanta responsabilidade.

No caminho de casa, pensei antes em passar no estádio de futebol onde vivi boa parte de minha infanto-adolescência. No treino dos garotos um deles chamou-me atenção, ele era o que mais corria, o que mais gritava, o que mais brigava e o que mais procurava corrigir qualquer deficiência sua em relação ao futebol. Sentado na sombra de uma mangueira vi o treinamento acabar, porém aquele garoto não desceu ao vestiário, pelo contrario, ele ficou correndo em volta ao campo tentando dominar a bola com sua perna esquerda durante muito tempo. Aquilo me saltou os olhos. O esperei acabar para poder conhecê-lo melhor. Conversando com ele, descobri que não era muito bom com aquela perna e que ficava sempre treinando sempre masi pra chegar até onde ele acreditava estar bom. Paguei-lhe um picolé, brinquei um pouco e segui meu caminho me despedindo e tirando uma lição: sempre devemos estar cientes de nosso defeitos e sempre procurar melhorá-los ou pelo menos tentar.

Saindo de lá decidi ir até a melhor escola do mundo, a que eu estudei durante desde o Jardim 2 até o ultimo ano do ensino médio – ainda não consegui me desligar daquele lugar. Visitei professores antigos, admirei as instalações do colégio novamente e percebi o toque do recreio soar. Quando isso aconteceu achei melhor esperar a agitação passar e depois continuar meu passeio. Algo me impulsionou a observar em um grupo de alunos, um garoto que apesar de parecer bem novo atraia atenção de algumas pessoas falando sobre diversos assuntos que pareciam estar bem a frente de sua idade, ele caminhava sempre por duas fiéis escudeiras , era como se fosse o trio perfeito onde a brincadeira e o carinho parecia prevalecer – porem, com uma das gatinhas ele pareciar namorar, será que namorava e não sabia?! Esperia acabar o recreio e fui andando para casa, afinal tinha passado todo o dia fora.

 Antes parei na esquina de minha rua onde encontrei muitos “amigos”,muleques, colegas, vagabundos( chame do que quiser o que importa é o que eles são por dentro), e aquilo tudo me fez bem, finalizou meu dia com bastante alegria, o simples fato de parar na rua, trocar poucas palavras sobre assuntos sem importância e olhar o movimento me fez feliz.

   Enfim cheguei a minha casa, estava feliz porem cansado. Tomei um bom banho, deixei a água cair sobre minha cabeça e me deparei frente ao espelho – olhando parado, fixo naquela imagem, naquele rosto – percebendo que aquele menino de toda a viagem me acompanhou até em casa, até meu espelho, até meu reflexo.

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Cais e o Mar

Janeiro 8, 2008 at 5:03 pm (Sem-categoria)

Quando o seu barco, amarrado há muito tempo ao cais, der a impressão de ter se tornado uma casa, então  lance-o no mar novamente.
 (Helder Câmara)
       
Mas cuidado, pois ao lançares teu barco novamente ao mar, pode ser atingido por uma vontade de voltar a segurança de ficar quieto talvez por enjôo repentino ou coisa do tipo e aí é q realmente mora o perigo, pois ao voltares teu lugar ao cais pode estar sendo ocupado por outro barco que já se aventurou no mar e já voltou a sua paz ao seu lugar.
(Paulo Carpegiane)

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A metamorfose ambulante , menina brincante.

Janeiro 6, 2008 at 10:16 pm (Sem-categoria)

Ela é uma metamorfose ambulante, levando a vida brincante, mas sem esquecer de responsabilidades.
Menina amiga, mulher companheira a qual nunca vi na vida. Contagiante  que você sempre quer ter ao seu lado.
a mudança constante prova sua infinidade de cartas na manga a sua efemeridade suas varias facetas de vida. Menina amarela amada e admirada por qualquer pessoa que procurá-la conhecer pelo menos 10%.Torna-se até complicado explicá-la porem é fácil sentir a energia que cativa nossa vida, que da paz e às vezes agitação, hora organização outrora simplesmente a vontade de jogar tudo pro alto.Mulher decidida, mas indefinida e carismática.

Enfim ela é realmente assim. (talvez inexplicável)

(Dedicado a Viviane Almeida de Souza)

Quem me faz ver quão bom e feliz a vida pode ser.

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